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segunda-feira, 28 de julho de 2014
O que a Ceia do Senhor significa para mim
Por vários anos eu não entendia qual era minha função na reunião de adoração. Eu acreditava que, como não me era permitido falar, minha contribuição no Partir do Pão consistia em ouvir atentamente as contribuições verbais dos irmãos, e acompanhar a congregação nos hinos. Eu não percebia que eu, também, deveria ter uma participação ativa na adoração oferecida ao Senhor. Finalmente, porém, comecei a perceber que minha adoração não era menos agradável ou importante, para Deus, simplesmente por ser silenciosa.
Alimentando ovelhas ou divertindo bodes
Um mal invadiu o reino professo de Deus, tão flagrante em sua irreverência que até os mais míopes podem percebê–lo. Durante os últimos anos tem desenvolvido numa velocidade espantosa, operando como fermento, para que toda a massa seja levedada. Poucas vezes o diabo tem feito algo tão astuto quanto agora, sugerindo à Igreja que parte de sua missão é providenciar entretenimento para o povo, a fim de ganhá–lo. Deixando de acusar abertamente como os puritanos, a Igreja começou a diluir seu testemunho, até chegar ao ponto de fazer vistas grossas e desculpar as coisas frívolas destes dias. Depois, tolerou estas coisas em suas fronteiras. Agora ela adotou–as, com a desculpa de atingir as multidões.
Sem preconceito
Antes de partir deste mundo, o Senhor Jesus Cristo deixou uma ordem muito clara aos Seus discípulos: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16:15; veja também Mt 28:19 e Lc 24:47). Este é o desejo do nosso amado Salvador: que toda criatura, independentemente de posição social, idade, cor, nacionalidade, convicções políticas ou religiosas, etc., possa ouvir o evangelho e saber do amor de Deus e da necessidade de salvação. Três vezes a Bíblia nos diz que “para com Deus não há acepção de pessoas” (Atos 10:34; Rm 2:11; Efe. 6:9). Deus “deseja que todos os homens sejam salvos” (I Tm 2:4), que “todos cheguem ao arrependimento” (II Pe 3:9). Deus não faz acepção de pessoas, e Ele não quer que nós o façamos.
Oração no livro de Gênesis (iii)
Os filhos de Sete
“E a Sete mesmo também nasceu um filho, e chamou seu nome Enos; então se começou a invocar o nome do Senhor” (Gn 4:26).Lições práticas do Cântico dos Cânticos (i)
O pequeno livro de Cantares de Salomão deve ser um dos mais negligenciados na Bíblia. Poucos o leem, e, consequentemente, poucos o entendem. Para muitos, nada mais é senão uma canção de amor. Para outros, é um livro incompreensível. Para aquele, porém, que percebe e recebe a sua mensagem, este livro é o mapa que nos mostra o caminho aos pastos verdejantes do Pastor (1:7, 8), e daí para a sala de banquete do Rei (2:4), e então para as vinhas de serviço do Senhor (7:11–13).
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